É por que eu prefiro campo e cachoeira ao invés de mar.
Prefiro caminhar, vejo carros como ferramentas
e não como conforto, confortável
deve ser a conversar que teremos entre sair
e chegar, no carro esse tempo é curto
e dirigindo eu não quero conversar.
É por que eu gosto de praia em dia de chuva
eu gosto de só observar o mar,
gosto de sorvete no frio,
não gosto de dormir e detesto ficar em casa.
É por que eu gosto de ler e detesto televisão,
gosto de café forte e sem açúcar,
eu gosto de chá.
É por que eu não uso drogas
e não pratico esportes.
É por que eu gosto de ver filmes com a mais completa atenção
pra ser capaz de criticá-lo.
É por que não faço questão de sorrir
se quero chorar.
Nem faço questão de chorar quando todos choram.
Não faço questão de sair se me querem longe
tão pouco de ficar se me querem perto.
É por que não sigo os passos dos demais,
não estarei onde todos estão
estarei onde eu estiver e se mais alguém estiver lá,
eles estarão comigo porém eu não posso afirmar se estarei com eles.
É por que eu não me importo com o que vão pensar
eu falo o que preciso dizer
e calo o que não preciso falar.
Não é que eu faça o que eu quero,
eu também faço o que eu não quero.
É por que eu,
sou tão eu, que nunca deixaria de sê-lo
pra fazer só o que quero fazer
ou o ser quem querem que eu seja.
Um blog! Eh, esse eh um blog! mais um.... O blog de uma mulher separada na luta por uma vida melhor para si (no caso, me) e os pequenos... Através desse blog, venho falar, LEIGAMENTE, de td! hehe.... Criative-se!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
sem amor....
A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz fútil.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido e sem propósito.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor... não tem sentido! (Lao Tsé )
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz fútil.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido e sem propósito.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor... não tem sentido! (Lao Tsé )
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A justiça feminina...
Um bom exemplo da justiça feminina é a narrativa extraída do livro Os parceiros invisíveis, de John A. Sanford. Trata-se da história de uma mulher, que publicou um anúncio num jornal, de venda de um Porsche novinho em folha, pelo preço ínfimo de setenta e cinco dólares:
Um homem leu o anúncio e entrou em contato com a mulher. “Tenho somente um cheque”— contam que ele disse a ela. “Está ótimo”— respondeu a mulher. Admirado e deliciado com a sua sorte, o homem deu-lhe o cheque e saiu com o Porsche; sua consciência, porém, começou a perturbá-lo e ele voltou a procurar a mulher para dizer-lhe: “A senhora sabe qual é o valor deste carro?” “Oh, claro que sei”— respondeu ela. “Então, por que está a senhora vendendo-o para mim somente por 75 dólares?” Bem — replicou ela —; o problema é o seguinte: ontem meu marido viajou para a Europa com a sua amante e me disse: Venda o Porsche por favor e mande-me o cheque.” Esta é a justiça feminina. A essência dela? Seu marido recebeu exatamente o que merecia.
Os dez mandamentos da sensatez
1 - Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje.
2 - Não ocupe o outro naquilo que você mesmo pode fazer.
3 - Não gaste dinheiro que ainda não ganhou.
4 - Jamais compre o que lhe é inútil, só para aproveitar a oportunidade.
5 - A vaidade e o orgulho custam mais que a fome, a sede, o frio.
6 - Nunca se arrependa de ter comido pouco.
7 - Não traz cansaço o que é feito de boa vontade.
8 - Quantas aflições nos trouxeram as desgraças que jamais aconteceram!
9 - Considere sempre o lado bom das coisas.
10 - Se está irritado, conte até dez para falar.
2 - Não ocupe o outro naquilo que você mesmo pode fazer.
3 - Não gaste dinheiro que ainda não ganhou.
4 - Jamais compre o que lhe é inútil, só para aproveitar a oportunidade.
5 - A vaidade e o orgulho custam mais que a fome, a sede, o frio.
6 - Nunca se arrependa de ter comido pouco.
7 - Não traz cansaço o que é feito de boa vontade.
8 - Quantas aflições nos trouxeram as desgraças que jamais aconteceram!
9 - Considere sempre o lado bom das coisas.
10 - Se está irritado, conte até dez para falar.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Tragédia Grega
MEDÉIA - EURÍPEDES
MEDÉIA - EURÍPEDES
Eurípides, dramaturgo grego, escreveu a peça Medéia no ano de 431 antes de Cristo. Naquela época o teatro era responsável pela construção e educação do homem grego, em particular do ateniense. As peças apresentavam discussões sobre os acontecimentos cotidianos dos atenienses, se baseando nos mitos. A mulher tinha um papel particular na cultura ateniense que foi discutida de uma maneira bastante trágica nesta peça. O que poderia acontecer, se uma mulher coberta de emoção e paixão, sentimentos irracionais para os gregos, em oposição ao homem racional, decidisse resolver suas mágoas pelas próprias mãos?
A tragédia se passa em Corínto, cidade grega, local onde se refugiaram Medéia e seu marido Jasão após terem fugido da Cólquida, cidade situada no oriente e considerada ?bárbara?, em oposição aos gregos ?civilizados?. Jasão e Medéia foram parar em Iolco após a aventura conhecida como ?argonáutica?, uma expedição onde o tio de Jasão, tenho roubado seu lugar no trono em sua cidade natal, Iolco, enquando Jasão estava fora sendo criado pelo centauro Quíro, (o mesmo que educou Aquíles), o enviou a uma busca impossível por uma pele de carneiro de ouro, o ?tosão de ouro? que pertencia à sua família e que havia sido roubado pelos bárbaros do oriente. Se conseguisse regressar com vida e com o tosão, seu tio lhe devolveria o trono. Assim Jasão organizou uma expedição que o levou à Cólquida. Lá ele conheceu Medéia com quem se casou. Devido a alguns acontecimentos dramáticos, ambos tiveram que fugir, e se estabeleceram em Corínto. A nutriz, mulher responsável pelos cuidados com as crianças começa a peça lamentando tudo o que aconteceu, pois agora Jasão largou Medéia e seus dois filhos para se casar com a filha do rei de Corínto, Creontes. Medéia se sente abandonada, largada, humilhada depois de tudo que ela fez para ajudar o herói. Ela está totalmente desconsolada e a nutriz teme por ela. Teme que Medéia possa fazer algo drástico. Medéia se lamenta todos os dias, e nem a visão de seus filhos a anima e culpa principalmente a princesa de Corinto pelos seus sofrimentos. Suas palavras acabam chegando ao castelo real. Jasão volta para casa para conversar com Medéia, ele a avisa que continuando a falar contra a família real ela será expulsa de Corínto, o que Jasão acha justo, pois uma mulher como ela, ?bárbara?, levada para a ?civilização? e tendo filhos gregos teria que ser mais agradecida. Medéia recebe agora a visita do próprio rei de Corínto, Creontes. Ele conhece bem os poderes de Medéia e teme pelo bem de sua filha e de si próprio. Assim ele a expulsa de seu reino. Medéia pede um dia, apenas um dia para poder se arrumar e encontrar um outro lugar onde ela possa estabelecer uma nova vida. Creonte concede esse dia. Porém é nesse dia, nesse único dia que todos os acontecimentos terríveis acontecem. Medéia era uma feiticeira conhecida em toda a Grécia pelos seus poderes. Ela recebe uma visita de Egeu, rei de Atenas, que procurava sua ajuda. Medéia promete ajudá-lo em troca de exílio. Depois de saber os sofrimentos que Medéia está passando, Egeu concorda. Medéia chama Jasão para uma conversa, e o convence que ela está arrependida pelas coisas que disse e pede para seus filhos poderem ficar com o pai, morando no castelo real. O que Jasão concorda feliz. Medéia manda por seus filhos presentes para a princesa, um véu e um diadema, presentes esses que será a perdição total da família real, pois eles estão envenenados e matam não apenas a princesa que os colocou, mas também o rei de Corínto que tentou salvar sua filha. Jasão corre para a casa de Medéia a procura de seus filhos, pois ele agora teme pela segurança deles, porém chega tarde demais. Ao chegar em sua antiga casa, Jasão encontra seus filhos mortos, pelas mãos de sua própria mãe, e Medéia já fugindo pelo ar, em um carro guiado por serpentes aladas que foi dado a ela por seu avô o deus Hélios. Não poderia ter havido vingança maior do que tirar do homem sua descendência.
A tragédia se passa em Corínto, cidade grega, local onde se refugiaram Medéia e seu marido Jasão após terem fugido da Cólquida, cidade situada no oriente e considerada ?bárbara?, em oposição aos gregos ?civilizados?. Jasão e Medéia foram parar em Iolco após a aventura conhecida como ?argonáutica?, uma expedição onde o tio de Jasão, tenho roubado seu lugar no trono em sua cidade natal, Iolco, enquando Jasão estava fora sendo criado pelo centauro Quíro, (o mesmo que educou Aquíles), o enviou a uma busca impossível por uma pele de carneiro de ouro, o ?tosão de ouro? que pertencia à sua família e que havia sido roubado pelos bárbaros do oriente. Se conseguisse regressar com vida e com o tosão, seu tio lhe devolveria o trono. Assim Jasão organizou uma expedição que o levou à Cólquida. Lá ele conheceu Medéia com quem se casou. Devido a alguns acontecimentos dramáticos, ambos tiveram que fugir, e se estabeleceram em Corínto. A nutriz, mulher responsável pelos cuidados com as crianças começa a peça lamentando tudo o que aconteceu, pois agora Jasão largou Medéia e seus dois filhos para se casar com a filha do rei de Corínto, Creontes. Medéia se sente abandonada, largada, humilhada depois de tudo que ela fez para ajudar o herói. Ela está totalmente desconsolada e a nutriz teme por ela. Teme que Medéia possa fazer algo drástico. Medéia se lamenta todos os dias, e nem a visão de seus filhos a anima e culpa principalmente a princesa de Corinto pelos seus sofrimentos. Suas palavras acabam chegando ao castelo real. Jasão volta para casa para conversar com Medéia, ele a avisa que continuando a falar contra a família real ela será expulsa de Corínto, o que Jasão acha justo, pois uma mulher como ela, ?bárbara?, levada para a ?civilização? e tendo filhos gregos teria que ser mais agradecida. Medéia recebe agora a visita do próprio rei de Corínto, Creontes. Ele conhece bem os poderes de Medéia e teme pelo bem de sua filha e de si próprio. Assim ele a expulsa de seu reino. Medéia pede um dia, apenas um dia para poder se arrumar e encontrar um outro lugar onde ela possa estabelecer uma nova vida. Creonte concede esse dia. Porém é nesse dia, nesse único dia que todos os acontecimentos terríveis acontecem. Medéia era uma feiticeira conhecida em toda a Grécia pelos seus poderes. Ela recebe uma visita de Egeu, rei de Atenas, que procurava sua ajuda. Medéia promete ajudá-lo em troca de exílio. Depois de saber os sofrimentos que Medéia está passando, Egeu concorda. Medéia chama Jasão para uma conversa, e o convence que ela está arrependida pelas coisas que disse e pede para seus filhos poderem ficar com o pai, morando no castelo real. O que Jasão concorda feliz. Medéia manda por seus filhos presentes para a princesa, um véu e um diadema, presentes esses que será a perdição total da família real, pois eles estão envenenados e matam não apenas a princesa que os colocou, mas também o rei de Corínto que tentou salvar sua filha. Jasão corre para a casa de Medéia a procura de seus filhos, pois ele agora teme pela segurança deles, porém chega tarde demais. Ao chegar em sua antiga casa, Jasão encontra seus filhos mortos, pelas mãos de sua própria mãe, e Medéia já fugindo pelo ar, em um carro guiado por serpentes aladas que foi dado a ela por seu avô o deus Hélios. Não poderia ter havido vingança maior do que tirar do homem sua descendência.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A Síndrome da VINGANÇA
A Alienação Parental funciona como um ímã negativo, que repulsa a presença de um dos pais na relação com o filho. Normalmente, esse ímã é o guardião da criança (normalmente, o que não é via de regra), com o intuito de afastar o filho da convivência com o pai/mãe. O motivo essencial desse comportamento: VINGANÇA. Seja por causa de adultério, por brigas, por um casamento que não deu certo, pela ex-mulher /ex-marido não aceitar um novo relacionamento na vida do pai/mãe de seu(sua) filho(a). Ou por esses motivos todos juntos.
O fato é que para as pessoas que lutam incansavelmente para afastar os filhos do pai, basta um copo d’água para desatar uma tempestade.
Esse comportamento, que em síntese, causa uma série de conflitos especialmente para a CRIANÇA, tem raízes profundas. A Síndrome consiste numa série de sintomas, oriundos de comportamentos que se alongam, se agravam e se instalam na vida dos ex-cônjuges e do(s) filho(s).
Mas, o que mais impressiona é que a presença desse comportamento não acontece somente na vida de pais separados. Ela essencialmente começa DURANTE O CASAMENTO. E em muitos, muitos casos, o casal nem chega a separar-se. Casados, vivem um inferno conjugal, e passam a usar de artifícios dentro do próprio relacionamento para fazer dos filhos seus aliados.
“A sua mãe, aquela…”… “O seu pai… aquele…”
A enlouquecida e infeliz vida conjugal se torna uma desequilibrada vida em ‘família’. E para manter as aparências, esse casamento se arrasta por anos, e quando há a separação de fato, e também de Direito, essa ferida salta e vai parar, em muitos casos, nas delegacias de polícia.
O que era vida privada, se torna questão pública. O que era somente entre quatro paredes, vira tema judicial. E na maioria dos casos, baseada em MENTIRAS. DIFAMAÇÃO. FALSAS DENÚNCIAS E ACUSAÇÕES. Até o acusado defender-se, já se passou tempo suficiente para o guardião fazer literalmente a ‘caveira’ do outro genitor.
Nas investigações mais aguçadas de psicológos e assistentes sociais, fica óbvio o discurso maligno do guardião da criança que desde cedo já plantava sementes de discórdia contra o outro para afastar o afeto entre os dois.
Além das mentiras, o comportamento manipulador do guardião se encobre por falsos sentimentos de amor, de cuidade e de afeto. ‘Um papel de presente bonito para envolver um presente estragado.’
Outro dia conversava com uma amiga advogada, que era (no passado, era) uma ativista sincera das questões de gênero, especialmente no que se referia à violência contra a mulher… Nossa conversa parou num ponto extremo e essencial. Ela não mais advoga em favor de uma causa única, em favor de ‘gênero’, e eu perguntei a ela porquê. A resposta:
“Amiga, porque percebi que em muitos casos a catarse não corresponde ao discurso”.
Simplificando: nesses casos, os quais a amiga se refere, o discurso da mulher sobre o homem é um… Mas a realidade demonstra ser outra.
Sim, a realidade em muitos casos não é a dos boletins de ocorrência.
Não que essa não seja uma causa justa. A violência contra a mulher é tão cruel quanto a violência contra as crianças. Mas a questão é que emocionalmente afetada, a mulher pode utilizar-se de falsas acusações, falsas denúncias, falsas desmoralizações para afastar o filho da convivência do Pai e destruir com a vida do ex-cônjuge que supostamente “desgraçou a sua vida”.
A vitimização nesses casos não é um projeto legítimo. Ela encobre a Vingança, repetimos. Ela esconde o desejo incontrolável do guardião da criança em destruir com a vida daquele que um dia foi casado.
Seria talvez pelo desejo incofesso de que gostaria que este continuasse a ser seu companheiro?
domingo, 8 de maio de 2011
Organizando....
Nem sempre é possivel garantir que fique bonito, mas aprendi uns truques que podem facilitar a vida.
- Tem sempre um gadget novo entrando em casa. E como guardar os carregadores sem se perder no meio dos fios? borrachinha de dinheiro. Pronto. Pode colocar quantos quiser na caixa, gaveta, lata...
- O que fazer com os talheres que não cabem na gaveta? borrachinha de dinheiro. Querendo facas, lá estão elas, todas juntas. Mais um para a sobremesa? Todas as colherinhas estão no mesmo lugar. E usando uma nada de espaço. Sobra lugar na gaveta.
- Calçados dão problema.Nas caixas, ocupam um espaço medonho. Sapateira, não dá conta. O jeito e prender os pares (adivinha com o que?) e guardar numa prateleira. Pronto. Eu faço isso sempre.
- Retalhos? A-ham, pensou que fosse usar borrachinha? Não. Saquinhos. Retalhos soltam fios. Saquinhos transparentes e um pedacinho de fita crepe (não durex) são a melhor opção que conheço.
- Para organizar coisas que não uso assim com tanta frequencia, servem aqueles arames que vem no saco do pão, sabe? É que ficar torcendo e destorcendo é um saco. Prefiro as borrachas sempre que possível.
- No quarto das crianças, os joquinhos e quebra cabeças são guardados nos potes plásticos, que usei na cozinha e acabaram rachando no congelador. Na cozinha não servem mais para nada, mas no quarto... Uso, inclusive para bijoux.
- Não jogo fora as embalgens tranparentes do supermercado, tem a mesma utilidade dos potes, e não se perdem das respectivas tampas. Uma beleza, principalmente para brinquedos.
(imagens sempre - ou quase sempre - garimpadas na net, se tiverem a fonte, citem e eu darei os créditos...)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Não-violencia ativa
O site da instituição Vida e Juventude (ver link abaixo) contém uma série de vídeos a respeito dos principais tópicos sobre mediação de conflitos: diferenças entre os meios de tratamento de conflitos, o papel do mediador, as etapas do processo de mediação, entre outros. Destaca-se o Capítulo 2, “Não-violência ativa”, que aborda a prática defendida por um dos advogados mais humanitários que o mundo já conheceu: Gandhi.
Alguns trechos do vídeo*:
“Gandhi recusava-se a acreditar que era preciso recorrer à violência para combater a violência, por entender que o efeito produzido corria o risco de ser contrário àquilo que se pretendia, alongando e reforçando a cadeia de violência. Responder à violência com mais violência é submeter-se à lógica da violência e reforçar o seu poder sobre a realidade. A única maneira de resistir é, pois, destruir sua lógica, começando por abster-se de reforçá-la.”
“... A não-violência proposta por Gandhi é chamada também de não-violência ativa ou de firmeza permanente. Quem não usa a violência não é necessariamente um não-violento. Para sê-lo é preciso buscar a justiça por meio da verdade.”
“A não-violência não se confunde com a passividade diante da injustiça ou do mal. Muitas vezes há confusão entre a palavra ‘pacifismo’ e ‘passividade’. Passividade é o fechamento voluntário dos olhos diante de uma situação injusta. A não-violência rejeita toda forma de violência, mesmo que travestida de luta contra a opressão. A violência é substituída pela força da verdade, da justiça, do amor.”
Os recentes acontecimentos mundiais retratam as implicações do ciclo da violência e nos convidam a pensar em outras maneiras de lidarmos com os conflitos, inclusive os internacionais (embora, neste caso, a indústria armamentista represente um grande obstáculo). Nas décadas de setenta e oitenta os Estados Unidos apoiaram um líder do Oriente Médio e sua organização a expulsarem do Afeganistão as tropas da antiga União Soviética. Será que os EUA poderiam imaginar que esse líder, a quem armaram e ensinaram técnicas de guerra, organizaria um ataque terrorista contra eles mesmos vinte anos depois? Agora os norte-americanos comemoram a morte de Osama Bin Laden. Mas quantas vidas isso ainda poderá custar?
Para ver os vídeos:
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